O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou providências urgentes para apurar denúncias de redução do transporte público em três cidades da Bahia durante o segundo turno das eleições. A decisão foi tomada após um pedido da Federação Brasil da Esperança, que relatou possíveis dificuldades para os eleitores chegarem aos locais de votação em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. Cueva determinou que o Tribunal Regional Eleitoral

O corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Ricardo Villas Bôas Cueva, determinou providências urgentes para apurar denúncias de redução do transporte público em três cidades da Bahia durante o segundo turno das eleições. A decisão foi tomada após um pedido da Federação Brasil da Esperança, que relatou possíveis dificuldades para os eleitores chegarem aos locais de votação em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas. Cueva determinou que o Tribunal Regional Eleitoral da Bahia envie informações urgentes sobre a situação do transporte nas três cidades e sobre o cumprimento de uma decisão anterior que determinava o restabelecimento do serviço em Salvador. O ministro também reforçou a necessidade de registrar, nas atas eleitorais, eventuais dificuldades de deslocamento dos eleitores. Além disso, determinou que o caso seja comunicado ao TSE e ao Ministério Público Eleitoral. A análise dos pedidos de preservação de provas e de abertura de investigação foi adiada até que o ministro receba as informações solicitadas. Cueva, no entanto, ressaltou que ainda pode adotar novas medidas urgentes. O presidente do TSE, ministro Nunes Marques, também falou sobre o caso e informou que aguarda o envio de um relatório pelo TRE da Bahia antes de tomar uma decisão. A federação que representa a campanha de Lula também pediu ao TSE que prorrogue até as sete da noite o horário de votação nas três cidades afetadas pela falta de transporte. Questionado duas vezes durante coletiva de imprensa sobre a possibilidade de estender o horário de votação nesses locais, Nunes Marques não respondeu.
Fonte: cbn.globo.com