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CNI pede pacificação do país, após reeleição de Lula e oferece propostas ao presidente

'Primeiro passo é definitivamente excluirmos do nosso vocabulário nós e eles. Temos que ser uma única nação', diz Ricardo Alban, chefe da entidade

Presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Ricardo Alban divulgou manifestação, há pouco, em que pede a pacificação do país, terminado o processo eleitoral que resultou na reeleição do presidente Lula.

Alban defende o fim do discurso do nós e eles na política e destaca propostas — entregues pela CNI aos candidatos durante o processo eleitoral — para o desenvolvimento econômico e social.

“A Confederação Nacional da Indústria defende a união do país após o processo eleitoral e reafirma a disposição do setor industrial para contribuir com propostas, diálogo e soluções”, diz a nota da entidade.

Em posicionamento em vídeo, Ricardo Alban pede a união de esforços pelo desenvolvimento econômico e social do Brasil.

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Precisamos convergir para um único Brasil, uma única sociedade. E, para isso, o primeiro passo é definitivamente excluirmos do nosso vocabulário nós e eles. Temos que ser uma única nação, afirma Alban.

O presidente da CNI destaca ainda que essa construção exige a participação da sociedade civil, dos poderes constituídos, dos trabalhadores e dos empregadores.

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Para ele, a convergência entre esses atores é necessária para fortalecer a democracia e ampliar as perspectivas para as próximas gerações.

No posicionamento, Alban também ressalta que o Sistema Indústria apresentou aos candidatos, no período pré-eleitoral, o Brasil 2050.

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A iniciativa reúne propostas de projetos estruturantes voltados ao crescimento econômico sustentável e ao desenvolvimento social.

O Brasil precisa e merece ter um futuro. Nós já estamos cansados e podemos dizer: chega de conjugar que o Brasil é o país do futuro. Nós precisamos ser o futuro já, diz Alban. Estamos à disposição, totalmente disponíveis e interessados em contribuir de forma assertiva para que possamos construir esses caminhos para o futuro que o Brasil merece, segue o presidente da CNI.

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Fonte: veja.abril.com.br

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